17 de agosto de 2009

Certidões

Bonita mensagem, recebida de pessoal que procurou nossos serviços para o pedido de certidões. Repassei para as colegas de trabalho e para o Juiz ao qual me subordino.
 
 
----- Original Message -----
From: <r@d.com.br>
To: "Vitor, PY2NY" <vitorsantos@trt15.jus.br>
Sent: Thursday, August 13, 2009 2:25 PM
Subject: RES: Certidões

> Vitor,
>
> Agradeço imensamente a atenção dispensada a nós, não somente nesta como em outras oportunidades.
>
> Não posso deixar de elogiá-los pela qualidade no atendimento e agilidade nos serviços prestados. Parabéns pelo trabalho!
>
> Irei solicitar a retirada das certidões o mais breve possível...
>
> Muito obrigada!
> Renée
>
>
> Renée G de C
> Tel: (55-11) 139
> Fax: (55-11) 048

9 de agosto de 2009

2009 WAE CW PY2NY

Estou um caco! Nada como fazer contest sem propagação e na categoria Low Power para deixar qualquer um sem folego hi hi hi
 
Novamente os brasileiros dominando o Getscores live!! E fiz a primeira experiência com o K3 da Elecraft, percebendo que preciso conhecer muito mais o bichinho para aproveitar corretamente seus recursos. Abraços a todos e até o próximo conteste.
 
Call: PY2NY Operator(s): PY2NY Station: PY2NY

Class: Single Op LP QTH: Jaboticabal SP
Operating Time (hrs): 20

 Band  QSOs  QTCs  Mults
-------------------------
   80: 0001  0000   0004
   40: 0144  0088   0099
   20: 0346  0435   0078
   15: 0071  0060   0042
   10: 0037  0000   0028
-------------------------
Total: 0599  0583   0251  Total Score = 296,682

Club: Araucaria DX Group

Comments:

A real challenge, under no propagation. I am sure that I need to change something on 80m - just one QSO with RU1A, and nothing else... Like always, great contest, specially working low power and testing myself! Tried K3 but not already to take the most from this radio. See you next contest. PY2NY


 

Free!

Muito interessante o artigo de Elio Gaspari, publicado na Folha de São Paulo, tratando de um tema interessante na área computacional. O livro já está disponível na Saraiva online, por R$ 47,90.


 


 

ELIO GASPARI

Boa notícia: "Free" chegará às livrarias


 

Com a economia da abundância, o século 21 terá o mercado do grátis, onde se ganhará muito dinheiro


CHEGA NAS PRÓXIMAS semanas às livrarias "Free - O Futuro de um Preço Radical", de Chris Anderson, editor da revista "Wired". A palavra inglesa "free" quer dizer livre, mas também significa grátis. Sua tese é fascinante: dado que os custos da memória dos computadores, do armazenamento e da transmissão de informações tornaram-se desprezíveis, o século 21 assistirá ao crescimento da economia das coisas sem custo, como o Google, a Wikipedia e os softwares abertos. (Em 1960, um transistor custava US$ 100, foi vendido a US$ 10 e hoje custa zero (na verdade, US$ 0,000015).

Quem reage ao preço de R$ 0,00 argumentando que "não existe almoço grátis" ganhará com "Free" uma rica aventura intelectual. Ele não prova que o almoço exista, mas mostra quando e como ele aparece.

Na hora em que a Microsoft, a maior empresa de comercialização de programas de computadores resolve se associar ao Yahoo!, um instrumento de busca e serviço de e-mail gratuito, fica claro que até Bill Gates resolveu ganhar dinheiro oferecendo algo que custa nada. O Google vale hoje US$ 20 bilhões, ervanário superior ao da soma de todas as montadoras de automóveis e companhias aéreas dos Estados Unidos.

O famoso "um é dois, três é cinco" não tem muito a ver com o "Free". A telefônica que dá o celular e vende o serviço é apenas parte de sua história. O mesmo sucede com a banda brasileira Calypso, que vende seus CDs na rede de camelôs para promover seus shows. (A turma da Calypso voa pelo país no seu próprio avião.) Os melhores momentos de "Free" estão nas exaustivas descrições do lucrativo mercado da gratuidade.

Um caso exemplar, repassado por Anderson. Três pesquisadores montaram duas mesas no saguão de um prédio público, oferecendo dois tipos de chocolates. Numa puseram as deliciosas trufas suíças Lindt a 15 centavos cada uma. Na outra, os proletários Kisses, da Hershey, a 1 centavo. Funcionou a racionalidade e 73% dos fregueses preferiram as trufas. Em seguida, baixaram o preço dos chocolates em um centavo. A conta inverteu-se irracionalmente: 69% preferiam os Kisses grátis. Nas suas palavras: "Há o mercado do zero e há o outro, o dos demais preços".


"FREE" CUSTARÁ R$ 59, SEM VERSÃO GRÁTIS

A edição eletrônica do livro "Free" foi oferecida de graça aos americanos durante algumas semanas. Agora o livro de papel custa US$ 27 (R$ 52) e uma versão digital sai por US$ 10 (R$ 19). No Brasil, o volume custará R$ 59,90 (US$ 31), e a editora Elsevier-Campus ainda não decidiu se colocará na rede uma versão digital grátis, ou mesmo paga, a um preço mais baixo. Dói pensar que uma exaltação da economia do grátis (ou dos produtos baratos) do século 21 só seja comercializada no Brasil como se fosse um impresso do século 15.

Depois de atravessar a Revolução Industrial investindo na mão de obra escrava e de entrar na alvorada do mundo dos computadores pessoais com uma reserva de mercado retrógrada e cartorial, o Brasil corre o risco de perder o passo da economia digital. As grandes operadoras de telefonia ficam com os benefícios dos custos baixos das comunicações de voz sobre IP. O mercado editorial ainda não conseguiu oferecer versões digitais de seus livros. As assinaturas de jornais e revistas americanos e europeus estão a preço de banana. Giram em torno dos US$ 10 ("Financial Times" e "Herald Tribune") e US$ 15 ("Wall Street Journal" e "Le Monde").

Desse jeito, o andar de cima nacional acabará impondo uma tributação indireta a quem só lê em português. Mau negócio para ele.

7 de agosto de 2009

Rádios Antigos

Luciano de Barros. Avenida Nove de Julho, 3633, Jardins, 3887-8841 e 9136-4951 (com hora marcada). Luciano garimpa peças em feiras de antigüidades ou importa. Entrar em sua casa é como fazer uma viagem pelo túnel do tempo. Sua coleção soma mais de cinquenta rádios, entre os quais um Zenith 1942, com um avião de guerra bordado no alto-falante.
 
Encontrei essa matéria na internet, mas eu havia visto algo antes no caderno Vitrine (Folha de São Paulo) do último sábado. Tenho dois rádios antigos de meu avô, e vou tentar recuperá-los com esse cidadão.
 

2 de agosto de 2009

Desembargador Cego

Esta notícia da Folha de São Paulo, de algumas semanas atrás, é muito legal. Eu conheci Ricardo Tadeu da Fonseca a partir de 1993, quando ele ministrou as primeiras palestras que assisti, na área do Direito do Trabalho, já como Procurador da PRT-15. Ele nunca escondeu de ninguém o desejo de ser Juiz, e alcançou o que queria. Parabéns.


 

TRT do PR terá 1º juiz cego do país


Ricardo Tadeu da Fonseca, 50, tomará posse na próxima semana como o primeiro juiz cego a trabalhar em um tribunal brasileiro. Ele vai atuar como desembargador do Tribunal Regional do Trabalho da 9ª região, em Curitiba.

Fonseca foi nomeado magistrado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com quem teve uma audiência ontem em Brasília. Conversaram sobre política internacional e ações afirmativas, disse o juiz.


 

"Sempre quis ser juiz. Realizei um sonho", afirmou Fonseca, que se formou na USP (Universidade de São Paulo). No terceiro ano de direito, aos 23 anos, perdeu toda a visão, e os colegas passaram a gravar leituras do conteúdo dos livros e das aulas para ajudá-lo.


 

Depois de um início de carreira como advogado, tentou ingressar na magistratura. Em 1990, Fonseca foi aprovado na fase escrita para um concurso de juiz do trabalho, mas foi desclassificado em razão da deficiência visual.


 

Mesmo barrado, não recuou. "Nunca desisti em nada." Sua mãe, afirmou Fonseca, dizia que o estudo permitiria que ele superasse os próprios limites. Em 1991, foi aprovado em concurso para o Ministério Público do Trabalho. Ficou em sexto lugar, numa lista com 5.000 candidatos. "As pessoas não devem acreditar nos limites que querem impor a elas."


 

Fonseca afirmou que, na corte, não terá problemas para julgar os processos. Ele citou a experiência de quase duas décadas como procurador do trabalho. A seu favor menciona ainda os conhecimentos da leitura em braile e domínio dos programas de computador para deficientes visuais.


 

Disse que também não terá problemas em analisar documentos. "Os meus assessores vão descrever o documento e, através do que eles disserem verbalmente, eu vou fazer o juízo de valor", afirmou ele. "Os juízes, quando têm que analisar um documento em língua estrangeira, se louvam do tradutor juramentado. Comigo é exatamente igual", disse. Fonseca, que fez mestrado e doutorado, disse ter desenvolvido técnicas de audição que o auxiliam no despacho rápido dos casos. "Nunca tive problema de prazo nem como advogado nem como procurador."